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Iemanjá

Iemanjá é um orixá (divindade africana) feminino das religiões Candomblé e Umbanda. O seu nome tem origem nos termos do idioma Iorubá (língua nígero-congolesa) “Yèyé omo ejá”, que significam “mãe cujos filhos são como peixes”. É considerada a mãe de todos os adultos e a mãe dos orixás.


Iemanjá, na verdade, é a divindade do rio que deságua no mar. Ela é filha de Olokun, o orixá rei dos oceanos. O rio que representa Iemanjá e sua história é o Rio Ogun, localizado no estado de Oxum, na Nigéria.

Oxumarê

Oxumarê liga o céu à terra, corresponde ao vodum  da cultura Jeje. "Oxumarê" é originário do vocábulo "Òṣùmàrè", cuja tradução é "arco-íris", em língua Iorubá.
Na África, é a cobra-arco-íris, em nagô, é a mobilidade, a atividade. Uma de suas funções é a de dirigir as forças que dirigem o movimento, ele é o senhor de tudo que é alongado. O cordão umbilical que está sob o seu controle, é enterrado, geralmente com a placenta, sob uma palmeira que se torna propriedade do recém-nascido, cuja saúde dependerá da boa conservação dessa árvore.



Ele representa também a riqueza e a fortuna, um dos benefícios mais apreciados no mundo dos Iorubás. Em alguns pontos, se confunde com o vodum  da região dos Maís.

Povo da Rua e caminhos "do Mal"?

Com certeza vocês já ouviram muitos nomes de Exus e Pombo Giras "intimidadores", como por exemplo; Maria Padilha do Inferno, Sete Cruzes, Maria Mulambo do Inferno,Pombo Gira Rainha do Inferno, etc...


Mas porquê esses nomes se eles não são demônios?

O Povo D'água!

 Essa linha é um paradoxo! Ao mesmo tempo que é uma das mais tradicionais e cultuadas através da figura de Iemanjá por todo Brasil, nas festas de fevereiro e de dezembro, também é uma das linhas mais esquecidas nas giras das neo-umbandas.


 Dentro da Umbanda, de caráter tradicional, é a sexta linha das sete linhas principais de Umbanda. Sendo regida pela Orixá do mar, Iemanjá. Nesta linha podemos encontrar figuras incríveis como os sempre positivos marinheiros, trazendo alegria e um jeito bonachão com seu gingado e suas conversas de alto-mar. Também encontramos as enigmáticas sereias e seus cantos belíssimos, que segundo as lendas, podem encantar um homem a ponto do mesmo perder seu raciocínio e ir parar no fundo-do-mar. Ainda encontramos os calungas, exus ancestrais que tem uma ligação tremenda com o povo e a energia marítima.

História de Oxum

Filha de Oxalá, Oxum sempre foi uma moça muito curiosa, bisbilhoteira, interessada em aprender de tudo. Como sempre fora mimosa e manhosa, além de muito mimada, conseguia tudo do pai, o deus da brancura. Sempre que Oxalá queria saber de algo, consultava Ifá.



O Senhor da adivinhação, para que ele visse o destino a ser seguido. Ifá, por sua vez, sempre dizia à Oxalá:

Firmezas - O que são? Como Fazer?

 Firmezas são uma forma de Magia de Umbanda, feitas com o intuito de serem temporárias. É muito comum ouvirmos nos terreiros – dentro dos desenvolvimentos ou no bate-papo mesmo – que tal guia fez uma firmeza tal e tal. Firmeza na realidade é um conjunto de elementos unidos com propósito determinado e com conjuração específica para cumprir um fim em especial.


Os Pretos Velhos...

Luz, guias, lideres, forças, professores, psicólogos, pais, avós, negros, feiticeiros, rezadeiros e muito mais...


Feijoada de Preto Velho

Era início do século XVI e navios negreiros traziam escravos para o Brasil, lutas, desgastes e milhares de abusos assombravam os dias dos negros escravos.


Cambone/Cambono

Do dicionário, ajudante, cambone é uma atividade exercida nos terreiros de Umbanda e que merece uma atenção especial dada a sua importância como auxiliar das entidades. 



Como auxiliar das entidades, cabe ao cambone ser o interprete da mensagem entre a entidade e o consulente, além de "servir" a entidade com seus objetos de trabalho e também ajudar o entendimento do consulente, pois a linguagem do espírito nem sempre é entendida, mas ao cambone fica claro já pela sua intimidade com o comportamento do espírito que ele serve.

Contra Egum, o que é?



Dentro de todos os rituais do candomblé ele está presente e sua importância é imensa nos nossos preceitos. Mas, o que é contra egum?

Semana Santa na Visão Espírita




Todo ano, a cena se repete. Chega a época dos feriados católicos da chamada "Semana Santa" e surgem as questões:

1. Como o Espiritismo encara a Páscoa;Sexta-feira Santa"?;

2. Qual o procedimento do espírita no chamado "Sábado de aleluia" e "Domingo de Páscoa"?;

3. Como fica a questão do "Senhor Morto"?

Sabe que chego a surpreender-me com as perguntas. Não quando surgem de novatos na Doutrina, mas quando surgem de velhos espíritas, condicionados ao hábito católico, que aliás, respeitamos muito. É importante destacar isso: o respeito que devemos às práticas católicas nesta época, desde à chamada época, por nossos irmãos denominada de quaresma, até às lembranças históricas, na maioria das cidades revividas, do sacrifício e ressurgimento de Jesus. Só que embora o respeito devido, nada temos com isso no sentido das práticas relacionadas com a data.

Mediunidade de Transporte



A mediunidade de transporte em alguns casos também chamada de descarrego, é uma mediunidade que ou caiu em desuso nos terreiros ou é bem mal-explicada e trabalhada. Alguns referenciam que o cambone é um médium de transporte nato, pelo simples fato do mesmo doar energia ectoplasmática durante as sessões ou giras de Umbanda. Porém isso está incorreto.

O cambone tem sim um papel de extrema importância e pode – geralmente o faz – doar ectoplasma para os guias que ali estão para que os mesmos manipulem em prol do assistido. Veja, o ectoplasma aqui citado é a energia vital em excesso. Jamais será tirado algo que fará mal para o indivíduo e também sem a concordância deste. Quando se aceita ser cambone, tacitamente se “assina” esse tipo de contrato de doação energética. Porém, a mediunidade de transporte é bem distinta, apesar de utilizar-se do princípio do ectoplasma também.

Visitas de Entes Queridos


Quando um Espírito, já harmonizado na vida espiritual, recebe uma autorização superior para nos visitar na Terra, naturalmente, não trará qualquer malefício aos encarnados. Sua presença carinhosa poderá apenas despertar “lembranças” nos familiares mais sensíveis que poderão sentir-lhe a presença.

Finados na visão espírita


O hábito de visitar os mortos, como se o cemitério fosse sala de visitas do Além, é cultivado desde as culturas mais remotas. Mostra a tendência em confundir o indivíduo com seu corpo. Há pessoas que, em desespero ante a morte de um ente querido, o "VISITAM" diariamente. Chegam a deitar-se no túmulo. Desejam estar perto do familiar. Católicos, budistas, protestantes, muçulmanos, espíritas - somos todos espiritualistas, acreditamos na existência e sobrevivência do Espírito. Obviamente, o ser etéreo não reside no cemitério. Muitos preferem dizer que perderam o familiar, algo que mostra falta de convicção na sobrevivência do Espírito. Quem admite que a vida continua jamais afirmará que perdeu alguém. Ele simplesmente partiu. Quando dizemos "perdi um ente querido", estamos registrando sérios prejuízos emocionais. Se afirmarmos que ele partiu, haverá apenas o imposto da saudade, abençoada saudade, a mostrar que há amor em nosso coração, o sentimento supremo que nos realiza como filhos de Deus. Em datas significativas, envolvendo aniversário de casamento, de morte, finados, Natal, Ano Novo, dia dos Pais, dia das Mães, sempre pensamos neles.

Dia dos Finados


O Dia dos Fiéis Defuntos ou Dia de Finados, (conhecido ainda como Dia dos Mortos no México), é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de novembro.


Egúns com ou sem Luz



As Almas Penadas e as Almas Benditas...

Egun é espírito ou alma de outro mundo, um ser não corpóreo; ele pode ser  uma alma penada, alma perdida (que vaga sem rumo), alma das trevas ou da escuridão profunda, alma amaldiçoada (ou acorrentada a alguma dívida), alma aflita (que não venceu suas dúvidas), alma bendita (abençoada ou benfazeja), entre outras denominações.

Anjo da Guarda X Mentor(a)




A primeira diferença básica é que um anjo nunca foi humano, nunca encarnou na terra enquanto os mentores geralmente já viveram como humanos e na maioria das vezes já viveram com a gente, já foram alguém importante em nosso passado.

Hierarquia Dos Exús E Pomba Gira Na Umbanda

Conhecendo a hierarquia dos Exús e Pomba Gira na Umbanda pertencente a cada Orixá (Oxalá, Yemanjá, Ogum, Oxossi, Obaluayiê, Xangô e Ibeji).



Abiku

Abiku na religião Yorùbá acredita-se que são crianças que terão passagem curta pela terra, ou seja, não viverão por muitos anos.

Itans Esú



1. Como Èsù tornou-se Òsijè-Ebó

Essa história revela o nascimento do 17o. Odù, como e de onde nasceu Òsetùwá, em decorrência, veremos a analise através de como Èsù se tornou Èsù Òsijè-Ebó, o transportador e encarregado de encaminhar as oferendas entre a terra e o òrun.
Quem deveria consultar o porta-voz-principal-do-culto-de-Ifá; a nuvem está pendurada por cima da terra...